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Cartas jesuíticas: Cartas do Brasil (1549-1560)

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Descrição do produto

 

Autor: Manuel da Nóbrega
Páginas: 350
ISBN: 978-85-8325-033-3
O autor dessas Cartas, Manuel da Nóbrega (1517-1570), chegou em Salvador nos últimos dias de março de 1549, na frota do governador militar Tomé de Souza. Era o líder dos sacerdotes Leonardo Nunes, João de Aspilcueta Navarro, Antônio Pires, Vicente Rodrigues e Diogo Jacome, jesuítas, intelectuais do Vaticano que traziam uma nova cultura aos Tupinambás, ágrafos, mas donos de cultura própria. Segundo descrições, os Jesuítas desembarcaram na frente dos recém-chegados, Nóbrega com uma cruz de madeira nas mãos, seguidos pelos soldados em ordem de combate, os colonos, artesãos, mulheres e crianças nesse encontro extraordinário da cultura européia com a americana, diante de indígenas e alguns europeus que habitavam a Vila do Pereira, na Barra. Nóbrega organizou a criação das cidades de Salvador (1549), Rio de Janeiro (1565) e São Paulo (1554) com seus sacerdotes, representando o Vaticano, que guardou para si a Educação do Novo Mundo. Chegados, os Jesuítas instalaram escola de ler e escrever no Terreiro de Jesus em casa de taipa, coberta de palha, hoje belíssima mansão colonial. E, a partir daí e até 1760, quando foram expulsos do Brasil, receberam crianças européias e nativas, educando-as pelo método Ratio Studiorum Ordinis, que conduzia o aluno a uma cultura distinta de sua cultura original, imergindo-o na antiguidade clássica depurada de exemplos maldosos. Em pouco tempo, João de Aspilcueta Navarro (1497-1556) criou orações e hinos católicos e José de Anchieta (1534.1597) exortou os pagãos à fé em dramaturgia Tupi até que em 1595, imprimiu-se a Gramática Tupi de Anchieta. Nóbrega, o autor destas cartas, escreveu que “Esta terra é nossa empresa”. Foi. Os militares chegaram com a pólvora e os Jesuítas com a Educação. Os militares encontraram guerreiros hábeis e corajosos, os jesuítas encontraram “papel branco onde se podia escrever, à vontade, as virtudes mais necessárias”. A catequese não foi menos violenta que a pólvora, como se pode depreender das cartas. (Aninha Franco, Coordenadora da Coleção A/C\Brasil)

de, Manuel da Nóbrega.

O autor dessas Cartas, Manuel da Nóbrega (1517-1570), chegou em Salvador nos últimos dias de março de 1549, na frota do governador militar Tomé de Souza. Era o líder dos sacerdotes Leonardo Nunes, João de Aspilcueta Navarro, Antônio Pires, Vicente Rodrigues e Diogo Jacome, jesuítas, intelectuais do Vaticano que traziam uma nova cultura aos Tupinambás, ágrafos, mas donos de cultura própria. Segundo descrições, os Jesuítas desembarcaram na frente dos recém-chegados, Nóbrega com uma cruz de madeira nas mãos, seguidos pelos soldados em ordem de combate, os colonos, artesãos, mulheres e crianças nesse encontro extraordinário da cultura européia com a americana, diante de indígenas e alguns europeus que habitavam a Vila do Pereira, na Barra. Nóbrega organizou a criação das cidades de Salvador (1549), Rio de Janeiro (1565) e São Paulo (1554) com seus sacerdotes, representando o Vaticano, que guardou para si a Educação do Novo Mundo. Chegados, os Jesuítas instalaram escola de ler e escrever no Terreiro de Jesus em casa de taipa, coberta de palha, hoje belíssima mansão colonial. E, a partir daí e até 1760, quando foram expulsos do Brasil, receberam crianças européias e nativas, educando-as pelo método Ratio Studiorum Ordinis, que conduzia o aluno a uma cultura distinta de sua cultura original, imergindo-o na antiguidade clássica depurada de exemplos maldosos. Em pouco tempo, João de Aspilcueta Navarro (1497-1556) criou orações e hinos católicos e José de Anchieta (1534.1597) exortou os pagãos à fé em dramaturgia Tupi até que em 1595, imprimiu-se a Gramática Tupi de Anchieta. Nóbrega, o autor destas cartas, escreveu que “Esta terra é nossa empresa”. Foi. Os militares chegaram com a pólvora e os Jesuítas com a Educação. Os militares encontraram guerreiros hábeis e corajosos, os jesuítas encontraram “papel branco onde se podia escrever, à vontade, as virtudes mais necessárias”. A catequese não foi menos violenta que a pólvora, como se pode depreender das cartas. (Aninha Franco, Coordenadora da Coleção A/C\Brasil).

Páginas: 350

ISBN: 978-85-8325-033-3

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