Assembleia do Estado da Bahia

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Registro de Passagem / Assembleia Legislativa da Bahia

Em Registro de Passagem, Sérgio Rabinovitz desenha a sua terra e o mistério que dela emana, trafegando entre o figurativo e a abstração, num projeto poético onde o tema apenas marca uma visão sobre o espaço e o tempo baiano. O livro é um álbum de desenhos em preto e branco, onde o artista visita toda a sua trajetória artística e sua relação com a Bahia, através de ilustrações inéditas. A publicação conta com um texto crítico inédito do escritor Claudius Portufal e tem o requinte de uma publicação de arte, com capa dura e 104 páginas de miolo.

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Através da Bahia / Assembleia Legislativa da Bahia

A P55 Edição realizou o projeto gráfico e a diagramação do livro “Através da Bahia” para o cliente Assembleia Legislativa da Bahia. A publicação é uma edição com 328 páginas, em papel pólen e contou com uma minuciosa atualização ortográfica. O livro registra o relato da expedição de Johann Baptist von Spix e Carl von Martius em 1817 ao nosso estado e descreve os aspectos geográficos, geológicos e a diversidade cultural da mistura de culturas existente no Brasil. A publicação tem formato de 16×23 cm e 328 páginas de miolo.

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Livro Um cinema chamado saudade

“Um cinema chamado saudade” é uma reedição de uma obra escrita pelos pesquisadores Geraldo Leal e Luís Leal Filho e que passou por um minucioso trabalho de Luís Leal Filho, somada às memórias do seu tio, Geraldo Leal, que proporcionam ao leitor um agradável passeio pela linha do tempo da sétima arte, um resgate do cenário cinematográfico da Salvador de tempos passados, quando havia salas de projeção nos bairros, os chamados Cinemas de Rua, a vedete da época. Os autores agraciam os amantes da arte, tanto os que tiveram a oportunidade de vivenciar o período, quanto aqueles que não tiveram e, a partir dos detalhes descritos, conseguem viajar na máquina do tempo literária construída por Geraldo Leal e Luís Leal Filho

Segundo o crítico de cinema e professor da UFBa, André Setaro, que concluiu o prefácio do livro poucos meses antes de seu falecimento, o trabalho é mais do que um simples inventário das salas de exibição cinematográficas que existiram numa Salvador ainda não uniformizada pelos complexos de salas atuais existentes nos shoppings centers. Para Setaro, “Um cinema chamado saudade” é um registro surpreendente da proliferação de casas de espetáculos em vários pontos da velha província “Cada bairro tinha o seu cinema. Para os cinéfilos mais antigos, a leitura do livro proporciona uma espécie de viagem numa máquina do tempo”, afirmou.

O livro possui o formato de 15×21 cm, com 276 páginas

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A Semana de Urbanismo de 1935 / Assembleia Legislativa da Bahia

O livro “A semana de Urbanismo de 1935” reúne duas publicações inseridas em uma luva. O primeiro livro é a edição fac-símile da conferência da Comissão do Plano da Cidade do Salvador, realizado na Semana de Urbanismo de 1935. Já a segunda publicação trata das reflexões contemporâneas a respeito da semana em questão e dos temas envolvidos.

A organização de conteúdo da publicação ficou sob a coordenação de Ana Fernandes, Glória Cecília dos Santos Figueiredo e Thaís de Miranda Rebouças e é mais um livro criado sob encomenda para a Assembleia Legislativa da Bahia.

Os formatos dos livros é de 21×15 cm, tendo o livro “Fac-símile” com 180 páginas e a o livro “Reflexões Contemporâneas” com 148 páginas.

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Livro Hansen Bahia / Flor de São Miguel

Hansen Bahia (Karl Heinz Hansen) – Nascido em Hamburgo em 1915, o marinheiro, escultor, pintor e cineasta, alistou-se na Marinha Alemã e participou da II Grande Guerra. Ao término do episódio bélico, Hansen inicia sua vocação: trabalhar a madeira para reproduzir xilogravuras. Viajou e descobriu o Brasil no final da década de 1950. Primeiro trabalhou na Companhia Melhoramentos, em São Paulo, depois veio para a Bahia, em 1955, onde inicia uma série de gravuras chamada “Flor de São Miguel” com o apoio do escritor Jorge Amado, seu eterno amigo. Volta para Europa, produz mais xilogravuras dentro de um castelo, e depois vai para Adis Abebe, na Etiópia, ensinar a arte da gravura. Em terras baianas se naturalizou e recebeu o nome de Hansen Bahia. Estabelecendo-se em São Felix, no Recôncavo Baiano, no início da década de 70. Em 19 de abril de 1978, data de seu aniversário, inaugurou na cidade de Cachoeira a sede provisória de sua Fundação na casa natal de Anna Nery. Pouco tempo depois, faleceu aos 63 anos de idade. Realizou inúmeros trabalhos, entre eles, as ilustrações para as obras de Jorge Amado, Castro Alves, François Villon, Bertolt Brecht e outros.

Esta publicação foi realizada para a Assembleia Legislativa do Estado da Bahia, finalizando o ano de centenário de Hansen Bahia e teve como finalidade ampliar a divulgação sobre um dos artistas visuais mais importantes do século XX. Os textos são de diversos autores, entre eles, o próprio Hansen, Jorge Amado e Vinícius de Moraes, além de um texto inédito da jornalista Regina Bochicchio e do escritor Claudius Portugal. O livro tem uma edição luxuosa em capa dura, no formato de 24×34 cm, com 96 páginas e posters encartados em uma bolsa especial.

“Com este livro fiz sucesso no mundo inteiro, ele foi a chave que abriu todas as portas (…). É tudo puro ali. Meninas de 13 anos vivem na prostituição, têm filhos sem pai e continuam crianças. Muitas ainda brincam com bonecas. Outras brigam de faca. Vivo naquele meio, gosto daquela gente. O bar Flor de São Miguel é o meu ponto preferido. Dali observo tudo, colho os motivos de minhas gravuras. Que coisa bonita aquelas mulheres pretas vivendo entre casas velhas e balcões barrocos, é um contraste fabuloso, coisa única no mundo.” (Hansen Bahia)

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Livro “Como diz o ditado…” / Helenita Hollanda

A médica e escritora Helenita Hollanda dedicou 20 anos na coleta de falas e histórias, fotografou festas (religiosas e profanas) e atividades laborativas, além de colecionar objetos que compõem a casa brasileira e registrar hábitos e costumes.

O resultado disso foi reunido para compor o livro “Como Diz o Ditado…”, publicação realizada para a Assembleia Legislativa da Bahia, com 490 páginas.

“Esse livro é resultado do meu amor pela humanidade e seus saberes, pelo Brasil e seus encantos”, declara Helenita.

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Livro Carybé / Assembleia Legislativa

Edição comemorativa aos 75 anos da chegada do artista à Bahia. O livro tem desenhos e textos de Carybé e prefácio de Jorge Amado. A Edição tem um acabamento luxuoso de capa dura, com 388 páginas e é dividida em capítulos que contam, através de desenhos, um pouco da cultura tradicional da Bahia, a exemplo do jogo da capoeira, das festas de largo, do candomblé e dos orixás. A P55 realizou o projeto gráfico e editorial, a editoração e a capa para a Assembleia Legislativa da Bahia.